sábado, 28 de janeiro de 2012

28/01 - aniversário de Pitanga - PR

História

Há muitas discussões em torno da razão para o nome da cidade de Pitanga. O seu significado é de origem tupi (ubapitanga) e quer dizer "fruto vermelho da pitangueira", mas o porquê de batizar a cidade com esse nome ainda é uma lenda que perdura.

Alguns dizem que quando os colonos acampavam nesta região, se "hospedavam" onde hoje é o cemitério municipal, e lá ficam à sombra de uma pitangueira; outros contam que quando os colonos estavam chegando na região avistavam no alto de uma serra três arvores de pitanga.

A região era totalmente habitada por índios de diversas tribos. Os índios viviam do trabalho comunitário, todos trabalhavam por todos. O trabalho da tribo era realizado por todos, mas com uma divisão por idade e sexo. As mulheres eram responsáveis pelo plantio, colheita e preparo dos alimentos, e cuidavam das crianças. Os homens eram responsáveis pela caça, pesca e a guerra. O cacique e o pagé têm funções diferentes na tribo: ambos não trabalham como os outros índios - caçando, pescando ou guerreando. O pagé era uma espécie de líder espiritual, recebia mensagens dos deuses e repassava para tribo; também era conhecedor das ervas e chás medicinais. O cacique era responsável pela organização da tribo e orientação dos índios.

A chegada dos colonos

Por volta de 1900 já se encontram sinais de moradores nesta região. A região de Pitanga abordava o que hoje é o município de Campo Mourão e o de Guarapuava.

Em meados de 1910 foi erguida a primeira capela em homenagem a Santa Ana.

Na região onde realmente fica Pitanga hoje, só começaram a existir moradores a partir de 1914, que vieram da região de Prudentópolis, "…trazendo a Pitanga seus corações cheios de esperança…Venceram grandes atoleiros para chegar em carroções puxados por 6 ou 8 cavalos, carregando seus pertences, sementes, mantimentos e família" (Terezinha Aguiar Vaz, Lendário Caminho do Peabirú na Serra da Pitanga, 2002, p. 77).

O acesso que dava ao Mato Grosso do Sul era feito através de Pitanga. Pitanga alguns anos após se torna região criadora de porcos, que são tocados a cavalo para Ponta Grossa.

Por volta de 1918 já há casas comerciais na região de Pitanga, o que reflete que em poucos anos a cidade se desenvolvera. Também desta época há dados da existência de ferreiros, carpinteiros, marceneiros, sem contar que já existia um posto policial.

Invasão ou colonização
Por volta de 1923, foi criada uma lei que privava os índios de algumas terras no Paraná, ou seja desapropriaram. Os jornais da época faziam apologia para a "extinção do aldeamento São Jerônimo, cujas terras foram disputadas pelos importantes políticos paranaenses e fazendeiros. A liberação de terras indígenas a políticos locais, reduziu suas reservas no Paraná e contribuiu para os conflitos, entre indios e colonos na Serra da Pitanga".

Por decreto nº 294 de 17 de abril de 1913, os índios perderam as terras na margem direita do rio Ivaí, em favor dos colonos, e os índios foram obrigados a ir para a margem esquerda do rio, o que causou grande revolta na comunidade indígena. "150 índios Kaigangs atacaram Pitanga, sua antiga sede, dançando na Igreja que depois foi incendiada. Mataram Manoel Alves Lourenço e sua esposa Geraldina que estava grávida… Os índios entraram para tomar Pitanga. Manoel A. Lourenço chamou a família dizendo: - Vamos sair porque essa gente não reza e foi pegar os cavalos. Aí encontrou o índio Tocaio, seu conhecido, porque os índios eram de dentro da sua casa e falou: - Tocaio, deixo tudo, a casa está aberta, pegue o que quiser, mas os índios o degolaram e cortaram a barriga de Geraldina que estava grávida. Foi o começo de tudo." (T.A.Vaz, op. cit, pp. 87 e 88)

A história oficial conta que os índios depois que invadiram Pitanga, foram dançar dentro da Igreja e depois atearam fogo nela. Segundo alguns moradores, a história foi um pouco diferente, pois na verdade segundo eles, os índios revoltosos foram encurralados na Igreja e fechados, o conflito terminou com muitas vidas perdidas, tanto para os indios quanto para os colonizadores.

História recente

Por volta de 1940, Pitanga já tinha aproximadamente 13.000 habitantes e já havia em seus arquivos aproximadamente 2.000 registros de nascidos na “cidade”. Dessa forma, notamos que a região estava crescendo rapidamente e com a isso a demanda comercial também aumentou. Para se ter uma ideia, nesta mesma época Pitanga exportava porcos para Ponta Grossa, animais que pesavam em torno de 90 kg, alguns se referem a 120 a 130 kg. A quantidade de porcos por viagem é incerta, mas de acordo com alguns dados que temos em algumas viagens chegaram a 500 porcos, tendo-se em vista viagens quinzenais para Ponta Grossa, pode ter-se uma ideia das proporções de lucros obtidos nesta época por alguns granjeiros.

As pessoas que não tinham condições ecônomicas suficientes nesta época também tiveram sua participação na história do município. Não se pode dizer que a vida dos moradores ou tropeiros era difícil, pois era esta a realidade daquele momento. Não diferente de outras cidades brasileiras, Pitanga foi uma cidade colonizada por europeus de vários países diferentes. Aos poucos foram chegando ucranianos, poloneses, italianos, alemães, e mais alguns com menor participação no desenvolvimento social. Por isso hoje se explica a diversidade cultural encontrada em Pitanga, com danças, músicas, arquiteturas e alimentação típicas de cada grupo.

Pitanga só se municipalizou em 1944, mais precisamente no dia 28 de Janeiro. O primeiro presidente da Camara Municipal foi o Sr. Otaciano Luiz Cunha. 
(wikipedia.org)
Ipês na Praça do Redondo-Foto:Edson Bellozo

Cachoeira na Marrequinha-Foto:Fábio Manchur

Foto aérea de Pitanga-Foto:Fábio Manchur
Foto de Julio Cesar Teixeira dos Santos

Aniversariantes de hoje 28/01

Elisa Cristina Doborowolski
Marina Nardelli Góes
Rosi Mariana Kaminski
Manoel Urias Carneiro
Giovana Stumm Valenga

Aniversário de Casamento
Salete e Antonio Zago 
Elisa Cristina Doborowolski

 Antonio Zago e Salete
Rosi Mariana Kaminski
Manoel Urias Carneiro

sexta-feira, 27 de janeiro de 2012

Em Sampa

No Tom Jazz Higienópolis,da capital paulista, em ritmo de saudade e nostalgia, aconteceu um show, produzido pelo jornalista e produtor musical Rodrigo Faour, o qual foi gravado ao vivo e se transformará em CD e DVD, com duetos e trios inusitados.

Estiveram presentes, Angela Maria, Inezita Barrozo, Cauby Peixoto, Claudete Soares, Vanusa e outros mais. Gaby Amarantos chamou a atenção de todos em interpretações vibrantes ao lado de Maria Alcina, a quem chamou de sua “mãe de palco”, por ela ser precursora de performances carismáticas. A veterana gostou do título e a aceitou como “filha”.

Após fazer o trio mais aplaudido da noite com (foto)Ângela Maria e Inezita Barroso, com a clássica Ronda, espécie de hino da boemia paulistana, Cauby foi aplaudido de pé ao cantar "Vitoriosa" , de Ivan Lins. O trecho em que ele interpretava o verso “que a vida pode ser maravilhosa” cheio de trejeitos, mostrou porque ele nunca perde a majestade. A plateia foi ao delírio.

Com sua voz rouca e sensual, (foto) Claudette Soares dançou até não mais poder em sua performance. O dueto inusitado entre Ângela Maria e Tetê Espíndola arrancou gargalhadas bem-humoradas do público.
Efetivamente, uma noite memorável e para quem gosta da música em sua excelência.
Cantora Angela Maria, Inezita Barrozo, Cauby Peixoto.
Em pé, Ruvin Segal.
Claudete Soares

Aniversariantes de hoje 27/01

Sebastião Almir Caldas Campos
Fábio Sguissardi de Oliveira
Carolina Branco Ribeiro
Matheus Lacerda Pereira
Ticiane K. Almeida
Edmar Arnaldo Lippmann Junior
Miriam da Fonseca de Souza
Daniel Luiz Pagani

Aniversário de Casamento 
 Sabine e Harald

Sebastião Almir Caldas Campos
Prefeito de Reserva do Iguaçu
Fábio Sguissardi de Oliveira
Matheus Lacerda Pereira
Edmar Arnaldo Lippmann Junior

quinta-feira, 26 de janeiro de 2012

Missa em homenagem a Comunicação em Guarapuava

No segundo dia da novena de Nossa Senhora de Belem foi realizada a Missa para os comunicadores de Guarapuava, com a presença da Imprensa, Midia Eletrônica, Rádio, Televisão. A missa foi celebrada pelo Padre Acássio, e pelo padre e jornalista,  Cristovão. Mais de mil pessoas participaram do evento. Após a missa aconteceu jantar onde foi servido Cordeiro, e as tradicionais barraquinhas com muitas guloseimas. Confira!
Padre Acássio, Eloy Tisky, Padre Cristovão
 Sergio Ruz do Jornal Sur de Guarapuava
Padre Acássio e Padre Cristovão
 A entrada dos anjos


 Professora Francisca, Maria e Maisa
Jorge Teles, Rádio Cultura, Wilmar Queiroz, Sergio Ruz
 Nossa Senhora de Belém
Padre Acássio ladeado por Sergio Ruz, Luzita levy
 Os jornalistas Karla Brandão e Padre Cristovão
Representantes da comunicação em Guarapuava
Padre Cristovão recebe presente do casal
Ofertório

 Mais de mil fiéis participaram da missa
Daniel e a filha Livia
 Crianças participaram da missa
Tonico de Oliveira e Francisco Carboni 
da Rádio Cultura, levaram o andor

Coroinhas

Aniversariantes de hoje 26/01

 Celso Julio Primo
Marlene Souza
Alex Gustavo Hay
Kamilinha
Ângelo Previatti Ruiz
Paulo Esteche
Daniela Silvestri

Aniversário de Casamento
 Dirce e Décio Yvan Sanches
Maria Olita e Hiroshi Sasaki
Raquel e Candido Pacheco Bastos
Celso Julio Primo, gerente do Banco do Brasil
agência centro - Guarapuava - PR
 Kamilinha esposa de Felipe Lopez Torres
 Marlene Souza, residente em Pato Branco

quarta-feira, 25 de janeiro de 2012

Aniversariantes de hoje 25/01

Pedro Alves Batista
Jossimara Chas Camargo
Geraldo Ney Toledo Camargo
Roberto Hyczy Ribeiro Filho
Rosangela Pereira Machado
Kátia Maria R. Burko
Caroline Beatriz Viana Santos
José Vitorino Prestes, Prefeito de Pinhão
Paula Aline Silvério

 Aniversário de Casamento
Zieclinde e Horst Schwarz
Fabiana e Juliano Marcondes Teixeira
Zaclis e Roberto Dalla Vecchia
Paula Aline Silvério
Kátia Maria R. Burko
José Vitorino Prestes, Prefeito de Pinhão